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Correias transportadoras com carcaça têxtil de poliéster e nylon para transporte contínuo de materiais em mineração, britagem, siderurgia, cimenteiras, agronegócio e outras operações industriais.
A correia transportadora tipo EP é uma correia industrial com carcaça formada por lonas têxteis que combinam poliéster e nylon.
Essa carcaça funciona como a estrutura resistente da correia. Sobre ela são aplicadas coberturas que protegem o conjunto e entram em contato com o material transportado e com os componentes do transportador.
A combinação entre a carcaça têxtil e a cobertura adequada permite desenvolver correias para diferentes níveis de carga, abrasividade, temperatura e condições de trabalho.
Utilizado no sentido longitudinal da lona, ajuda a proporcionar boa resistência à tração e baixo alongamento durante a operação.
Utilizada na trama, contribui para flexibilidade, resistência mecânica e capacidade de absorver esforços durante o funcionamento.
A construção têxtil permite combinar resistência, flexibilidade e estabilidade para diferentes sistemas de transporte contínuo.
A construção com poliéster ajuda a manter maior estabilidade dimensional no sentido de trabalho.
A carcaça têxtil permite que a correia trabalhe adequadamente sobre tambores e roletes compatíveis.
A estrutura da lona contribui para absorver esforços provocados pelo carregamento e movimentação de materiais.
Uma característica importante para transportadores que trabalham continuamente e exigem controle de tensão.
As características da construção EP favorecem aplicações sujeitas a condições ambientais úmidas.
A carcaça pode ser combinada com diferentes coberturas, larguras e números de lonas conforme a operação.
A classe EP faz parte da especificação da resistência da carcaça. Entretanto, ela não deve ser analisada isoladamente.
Número de lonas, largura, coberturas, carga, distância, diâmetro dos tambores e condições de operação também participam da definição correta da correia.
| Classe | Espessura de referência da lona | O que avaliar junto |
|---|---|---|
| EP100 | 0,75 mm | Número de lonas, carga, comprimento, largura, cobertura, polias, material, velocidade e ambiente de operação. |
| EP150 | 0,80 mm | |
| EP200 | 0,90 mm | |
| EP250 | 1,15 mm | |
| EP300 | 1,25 mm | |
| EP400 | 1,45 mm | |
| EP500 | 1,55 mm |
A cobertura deve ser definida de acordo com o material transportado e com as condições do processo.
Indicada para materiais que provocam desgaste intenso, como minério, pedra, brita e outros agregados.
Utilizada quando o material ou ambiente de trabalho exige maior resistência a temperaturas elevadas.
Indicada para aplicações onde a correia entra em contato com materiais que contêm óleos ou agentes capazes de afetar a borracha convencional.
Dependendo da aplicação, podem ser necessárias características específicas de cobertura e construção.
A versatilidade da carcaça têxtil permite utilizar correias EP em diferentes transportadores. A configuração muda conforme carga, material e ambiente.
Quanto mais dados a equipe receber sobre a operação, mais precisa pode ser a análise da correia necessária.
Informe as dimensões da correia atual ou os dados definidos no projeto do transportador.
Informe EP100, EP200, EP300 ou outra identificação, caso esteja disponível na correia existente.
A quantidade de lonas influencia diretamente a construção e deve ser compatível com a aplicação.
Informe, quando conhecido, a espessura superior e inferior e o tipo de composto necessário.
Informe minério, brita, areia, cimento, grãos, sucata ou qualquer outro material movimentado.
Temperatura, inclinação, velocidade, carga, impacto e ambiente ajudam na definição da configuração.
Utilizar uma correia incompatível com o transportador ou com o material movimentado pode reduzir sua vida útil e aumentar a frequência de intervenções.
Por isso, a escolha deve considerar o conjunto da aplicação e não apenas uma medida ou uma classe EP.
Dependendo da inclinação, forma de transporte ou equipamento, outras construções podem ser mais adequadas.
Taliscas e perfis ajudam a evitar o retorno do material durante o transporte em inclinação.
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Conhecer →A Global Belt atua no mercado industrial desde 1975, trabalhando com soluções para transporte e movimentação de materiais.
A empresa possui sede própria com mais de 5.000 m² em Vila Velha, Espírito Santo, próxima ao Porto de Vitória, e atende clientes em diferentes regiões do Brasil.
Mais de cinco décadas de mercado ajudam a construir conhecimento sobre diferentes aplicações, materiais e necessidades presentes em sistemas transportadores.
Conheça a Global BeltEnvie as medidas, informações da operação e, se possível, fotos da correia atual. A equipe da Global Belt poderá analisar sua necessidade e preparar um orçamento.
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